A televiolência que atinge diariamente os telespectador, em quase todos os formatos de programas veiculados pela TV brasileira precisa ser objeto do mais amplo debate, pois o problema não pode ser reduzido à qualidade da programação, mas avançar na regulamentação dos meios de comunicação, com a definição de regras claras e sansão contra a promoção da violência, da discriminação racial, sexista e de classe.
O novo marco regulatório para a comunicação deve privilegiar e regulamentar o capítulo V, da Constituição Federal, assegurando o democratização da comunicação, tanto em relação à recepção quando à produção de informação, com a quebra dos monopólios e dos oligopólios existentes, além da efetiva implantação e funcionamento do Conselho de Comunicação Social, com poderes e independência para fiscalizar e propor sanções aos que se excederem e fugirem do cumprimento da legislação.
Outro fator fundamental para o avanço da qualidade do conteúdo da TV brasileira diz respeito ao papel dos/as telespectadores/as que precisam se educarem, do ponto de vista estético, para boicotar os programas que recorrem às baixarias e futilidades para despontarem como lideres de audiência.
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