No mercado, comentava-se ontem que a Odebrecht estaria por trás deste grupo vencedor de Guarulhos. Mas a gigante da construção só vai aparecer, na hora das obras a serem executadas, junto com Andrade Gutierrez e Camargo Corrêa. Como a Invepar deve abrir seu capital dentro de um ou dois anos, seus novos sócios, por enquanto “ocultos” devem aparecer no momento oportuno.
Como de costume, a “privatização” capimunista dos aeroportos terá 80% de financiamento do BNDES. Talvez isto explique o ágio tão elevado pago no leilão e muito comemorado no Palácio do Planalto. A lógica é: quanto mais dinheiro se tirar do banco estatal de fomento melhor será para os negócios. O grande piloto oculto desta concessão de aeroportos foi o ex-ministro e super-consultor Antonio Palocci Filho.
Especialistas em logística têm críticas imediatas ao negócio. Tudo aconteceu tarde demais e pode nem dar tempo de se resolverem os gargalos para a Copa do Mundo de 2014. O Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (Snea) já advertiu ontem que os passageiros tendem a pagar tarifas mais altas nestes terminais. A principal promessa oficial com a “privatização” é maior agilidade no fluxo de passageiros, com a ampliação de terminais de passageiros e do pátio para as aeronaves.
Uma pesquisa da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), feita em 2011, revela que os aeroportos de São Paulo estão entre os mais mal avaliados pelos consumidores. Guarulhos ostentou a terceira pior avaliação, com 4,22. Campinas amargou a quarta pior nota (4,8). O de Brasília foi o sexto pior, com 7,53. O Galeão ficou em 16º, com 5,37. Os piores do Brasil foram os aeroportos de São Luís (3,88) e Goiânia (2,33).
Fundo bilionário
Outra fonte de recursos para a petralhada administrar nos próximos anos é o Fundo Nacional da Aviação Civil (Fnac).
O governo federal terá uma renda de mais de R$ 1 bilhão ao ano, durante 25 anos.
A promessa é que o dinheiro seja usado no desenvolvimento de outros aeroportos que não serão alvo de investimentos privados.
Defesa abortista
Dilma Rousseff vai comprar uma briga com a Igreja Católica.
A nova ministra da Secretaria de Política para as Mulheres, Eleonoro Menicucci já avisou que defenderá a legalizaçãodo aborto.
A amiga e ex-colega de cela de Dilma, nos tempos da dita-dura, revelou que já fez dois abortos ao longo de seus 67 anos devida.
Vida que segue... Ave atque Vale! Fiquem com Deus.
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