sábado, 7 de janeiro de 2012

ESTE JADER É UM TREMENDO DE UM TRAIRA!! ESFAQUEOU O POVO DO PARÁ PELAS COSTAS!!!!


A Divisão do Pará

sábado, 20/02/10 - 11h40
por Jorge Calderaro
É lamentável que o cacique do PMDB, Jader Barbalho, que já declarou que o povo do Pará tem por ele uma "benquerença" e, segundo sua emissora informa, ser ele o mais cotado para voltar a governar o Estado, tenha se posicionado a favor do plebiscito, porém, quanto ao seu resultado se abstém. Isso realmente é uma postura lamentável para quem já governou por duas vezes a Nação Pará... Uma posição não digna de um bom parauara. Deveria ser contra, pois tenho certeza que é a vontade da maioria dos paraenses.
Acredito que até tenha interesse na divisão, pois vem investindo nas duas cidades que seriam as capitais dos dois novos Estados, Marabá (Carajás) e Santarém (Tapajós). E eu, não tenho nenhuma sombra de dúvida que se houver a separação, Jader Barbalho será o primeiro governador do futuro Carajás. Que o diga o tempo.
A separação está subliminada desde que o PT assumiu a governança do nosso Estado, pois sua logomarca nada mais é de que a bandeira do Pará fatiada em cinco pedaços, só que dois são vermelhos. Pensando nos fatos que vêm acontecendo, para avivar mais a memória de quem não se preocupa com a divisão, o grupo RBA de Comunicação vem efetuando grandioso investimento no sul do Pará, a exemplo em Marabá, onde o sistema de comunicação (broadcasting) de sua propriedade, TV RBA Canal 2, foi recentemente instalada.
Lamentavelmente! Palavra sempre usada pelo dep. Federal Jader Barbalho em seus pronunciamentos, discursos e entrevistas. Só que os paraenses ainda não se deram conta que o Pará é o Estado mais rico da nação, local onde é explorado, e levado através do vizinho estado do Maranhão, milhões de toneladas de minério, e que daqui a pouco estarão exauridos. É só voltar ao passado e lembrar Serra Pelada e o buraco que ela deixou no meio ambiente, pois, por lá muitos saíram ricos.
O ‘cabo de guerra’ a favor e contra a divisão territorial do Pará está em andamento, mas numa surdina que até dá medo à Matinta Perera. De um lado, o Dep. Fed. Zenaldo Coutinho redobra o trabalho contra a divisão e envia ofício a todos os parlamentares pedindo que não votem a favor do plebiscito. Do outro lado, Giovani Queiroz (o importado), e Lira Maia (mocorongo da nata) estão à frente para que se realize a divisão, e atuam junto ao presidente Michel Temer.
Para quem não sabe, a divisão trará imensuráveis prejuízos para a Nação Pará em todos os sentidos, o que devemos na realidade é evitar que esses ‘importados’ se elejam e fiquem a representar nosso povo. O que falta mais é a presença do Estado nos 144 municípios do Pará, com investimentos em todos os segmentos. E que não mudem a constituição, pois todos os paraenses, por dever de ofício, possuem direito a voto e não somente os que moram nessas regiões, no oeste e no sul do Pará.
Na realidade se a separação do Estado do Pará ocorrer só posso lamentar e dizer: Venho somar aos poucos deputados estaduais anti-separatismo e a todos os que empunham a bandeira de que, ao invés de democratizar riquezas, a divisão territorial só irá aumentar a pobreza do Estado.
Como bem foi postado por Ciane Mufarrej em um blog. “A divisão do Pará pode representar a repartição só da pobreza para a grande maioria, e a concentração de mais riquezas nas mãos de poucos, através de uma espécie de “loteamento” dos recursos naturais renováveis e não renováveis ainda existentes. O Pará já é dividido administrativamente em Municípios, o que precisamos é mais seriedade, eficiência e menos desperdício na aplicação de recursos públicos.
Se criarem os Estados de Tapajós e Carajás, o Pará vai ficar só com a parte degradada do nordeste paraense e com a faixa de população mais pobre, ou seja, com um gigantesco passivo ambiental, social e econômico, enquanto as imensas riquezas florestais, minerais e faunísticas, ou seja, bióticas e abióticas, que não rendem eficientemente aquilo que deveriam ao Pará, irão todas definitivamente “pelo ralo”.
Em vez de dividir, está mais que passada a hora de se fazer, com seriedade e eficiência, uma revisão histórica do processo de desenvolvimento do Pará. E nessa análise, necessariamente, tem que ser incluída uma revisão crítica das relações com os mega exploradores dos nossos recursos naturais. Essa revisão se faz necessária, sobretudo, pela razão de ser o Pará detentor não apenas das maiores, mais importantes e diversificadas jazidas minerais e reservas florestais do Brasil, mas por abrigar potencialmente no seu território aquele que é também o insumo básico para todo e qualquer projeto na área da indústria de transformação: a capacidade hídrica de geração de energia.
Portanto, sou contra a divisão do Pará (criação de outros Estados), a menos que provem o contrário, através da apresentação de estudos técnicos responsáveis dos impactos econômicos, tributários, sociais e ambientais da pretensa divisão, mostrando os ativos e passivos nos diferentes cenários, e me convencer de que estamos equivocados”.
Sabe o que querem? Um governador, três senadores, ‘trocentos’ deputados... Só não dizem quem vai pagar a conta, ao se ‘espichar’. Era só o que faltava... Mutilar o Pará para aumentar o número de políticos salafrários. Daqui a pouco o Sarney se engraça de ser senador por Santarém. Como pode uma cidade ter pretensão de ser capital de um estado numa região de PIB menor que o de Guarulhos? Se a moda pegasse lá por São Paulo, forneceria mais viabilidade para se fragmentar em mais de 600 estados. Se Estado pequeno fosse garantia de desenvolvimento, o de Sergipe seria a superpotência brasileira, mas não é!
Coitadinho do Pará, nossa terrinha será lotada por brasileiros de todos os rincões da Pátria, considerando que o paraíso é aqui mesmo, ‘terra de ninguém’, ou ‘terra de todos’, terra farta de onde tudo se leva ‘no queixo’ sem deixar nada ou muito pouco, que o diga a Vale, Eletronorte, Alcoa, Imerys RCC entre outras instaladas em solo paraense. Coisa pior será a construção da UHE de Belo Monte, já apelidada de Belo ‘Monstro’ pois distribuirá Brasil afora 80% de sua geração de energia e os 20% que ficarem será somente para o uso próprio, ou seja, gerar a propulsão de suas turbinas, e por isso mesmo, oremos a oração VERDE E AMARELA:

“Pará nosso que está um céu / Santificado seja o NOSSO nome / Venha a NÓS o vosso reino / Seja feita a NOSSA vontade / Assim na terra como um céu / O pão nosso de cada dia é dos DAÍ hoje / Perdoai as nossas ofensas / Assim como NÃO PERDOAMOS a quem nos tenha ofendido / Não nos deixeis cair em COMPENSAÇÃO / Livrai-nos do mal... Amém!”.
Peço a Deus que proteja o Pará da sanha dos mutiladores geográficos.
E tenho dito...!

O Brasão do Pará

 

O Brasão ou Escudo de Armas do Estado do Pará foi criado em 9 de novembro de 1903, pela lei estadual de nº 912, que estipulou a criação de um Brasão (ou Escudo) de Armas para o Estado.
Os seus autores são: José Castro Figueiredo (arquiteto) e Henrique Santa Rosa (Historiador e Geógrafo).

Simbolismo


  • O mote: Sub lege progrediamur, latim para "Sob a lei progredimos".
  • A estrela solitária: faz menção ao Pará como unidade da República Federativa do Brasil – à época da proclamação da República, única unidade federativa cuja capital situava-se acima da linha do Equador, fato esse representado na bandeira nacional por Espiga/Spica, figurada acima da linha do azimute.
  • As cores: vermelho faz menção à República e ao sangue derramado dos paraenses nas diversas lutas em defesa pela soberania da pátria.
  • A banda: branco faz menção à linha imaginária do Equador, que corta o estado ao Norte.
  • Os ramos: de cacaueiro e seringueira, fazem menção às principais produções agrícolas à época.
  • A águia: guianense faz menção à altivez, nobreza e realeza do povo do Estado.
Mais um dado esclarecedor: Parauapebas recebeu só da CFEM – Transferências de Cotas-Partes da Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (Lei nº 8.001, de 1990 – Art.2º) CFEM (mês) R$ 24.517.319,75 (Acumulado no ano) R$ 185.391.407,21. Valor acumulado maior que Marabá recebeu do total de recursos TODAS as áreas (Mês) R$14.175.230,26 (acumulado no ano) R$ 168.793.582,82. E eu me pergunto se o desenvolvimento de Parauapebas está ocorrendo de acordo com o valor arrecadado pelo município. Vamos acordar pessoal e parar de achar que o povo paraense cai na lábia de políticos corruptos. Os mesmos que convenceram o povo do sul e oeste do Pará a votar a favor da divisão estão sumindo com nosso dinheiro. Vamos começar a cobrar a correta aplicação destes recursos. Assim todo o Pará cresce ao invés de ficar pensando em dividir a pobreza causada pela roubalheira destes políticos.


Então é hora de reagir!!! não adianta só escrever ou falar…. o engraçado é que esse povo “Unido” do Pará é valente por trás de um computador né?? Vocês deveriam se unir nas ruas! Em marcha até o Palácio desses governantes e tirá-los de lá na marra!!! no peito…. a Terra que “vocês” tanto brigam está nas mãos deles meus caros. Acordem… chega de tapar o sol com peneira, chega de hipocrisias e demagogias…. chega!!! Cadê o povo?! Cadê esse povo sofrido?!!??! Coitados… basta uma caminhada pela capital desse Pará “Forte e Unido” para vermos quantos miseráveis pela rua. O sistema está podre pessoal…. só vocês não querem enxergar. Se dividir, se separar…. nada melhoraria, nada vai melhorar… Porque o Sistema é um só! Pobre é pobre e rico é rico. Agora, só vocês podem mudar isso, mas são um bando de covardes…. aceitam tudo. Chegou a hora de revolução! em prol dos mais necessitados. O Pará é rico??!! concordo com vocês plenamente! Mas do que adianta tanta riqueza se ela nem sequer é capaz de gerar um pedaço de pão pra alguém que mora aí do lado dos senhores?? Posso até está sendo contraditório, pois estou escrevendo também, mas, meus caros, essa briga é dos senhores, eu não moro no Pará, nem ao menos sou paraense. Apenas estou deixando minha indignação contra esse Sistema putrefado. Tudo conspira, pra onde você olhar ou pedir ajuda…. não vai achar, pois o sistema é corrupto. Então é hora de derrubar esse Sistema! é hora de ir para a batalha… retirar esses ladrões do poder! Boa sorte meus amigos e coragem!

O que fazer daqui para frente?


 Pois é, ontem foi um dia histórico e relembraremos, em 2012, nos dias 4 e 11 de Dezembro, a Luta Contra a Divisão do Estado.
Então, o Pará não será divido. O que é bom, pois já sabemos que são todos interesses de políticos de outros estados, que usaram da natural insatisfação das populações mais distantes da capital, para tentarem conseguir o que queriam. E já fizeram isso em quase todo o território. Vi ainda a pouco, no Bom Dia Brasil, que o Carajás, que teria 39 cidades, teria o tamanho do Rio Grande do Sul, que tem mais de 400 cidades!
Estão entendendo agora a jogada? Eles não estavam nem aí pra gente. Era só para se gastar mais com a política. No RS, chegou-se a criar duas cidades: uma de cada lado da rua! É só para inchar a máquina adiministrativa e ferrar o povo.
Além do que, parece que toda a dívida da divisão ia ficar para o Pará remanescente, porque, novos estados não podem nascer individados. Imagina! Umas 5 milhões de pessoas, com pouca riqueza, comprando energia, recebendo menos da União e ainda pagando 4 bilhões para criar ainda mais coisas das quais todos já temos! Absurdo! Iria falir o Pará remanescente e, como consequencia, Tapajós e Carajás nunca teriam máquina adiministrativa. E se tivessem, iriam ter de tirar do seu próprio repasse do FPE. Só que, se o Pará grande, recebe 2,4 bilhões (Lei complementar de 1989), com certeza todo mundo receberia menos.

Agora me diz como iria ficar tudo de pé com:
1- dívida de 4 bilhões + "HERANÇA MALDITA" (segundo Eduardo J.M. Costa)
2- Tapajós ainda comprando energia por ainda não ter Belo Monte e Pará por não ter nenhuma fonte.
3- todos recebendo só cerca de 800 milhões do FPE (se dividido por igual, o que jamais aconteceria!).
4- sem a ajuda da União (Constituição de 1988, art. 234).
5- Parazinho quebrado! E pessoas fugindo para outros estados por não querer pagar a dívida.
6- roubalheira!

E, se a dívida ficasse só para os novos, também não daria:
1-Antes de vir tudo o que a população está precisando, teriam que pagar por toda sua máquina adiministrativa: 2 bilhões para cada estado.
2- O dinheiro do povo (1 milhão de pessoas em cada estado) e mais o dinheiro do repasse do FPE (menos de 800 milhões), teriam que ser gastos para construir cargos e manter mais políticos (uns 750 milhões por ano!)
3- Pará e Tapajós teriam que comprar energia de Carajás.
4- 5 milhões de pessoas no Pará ficariam mais pobres!
NÃO DÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁ!!!

Só chegou até o ponto de plebiscito porque eles estavam fazendo a "maior onda" para que só uma pequena parte participasse, e só eles fizeram o traçado e só eles votaram no traçado. Mas a Justiça determinou que TODOS do Pará teriam que votar, pois seria inconstitucional e furaria um montão de leis e ia dar na 2ª Revolta Cabana!!! NOS DERAM ATÉ TAPAS NA CARA, VELHO!

Obras da Prefeitura em Santarém não têm qualidade


A má aplicação de verbas públicas em empreendimentos que deveriam garantir o bem estar ou a melhoria da qualidade de vida da população santarena tem sido notória no governo da prefeita Maria do Carmo. Por falta de fiscalização e cuidado com o patrimônio municipal, muitas obras recém-inauguradas pela Prefeitura estão se deteriorando e precisam ser refeitas antes que causem danos à vida das pessoas. A maioria delas foi erguida com material de qualidade duvidosa e se revelam inconsistentes, além de ter vida útil bem abaixo da média prevista para esse tipo de obra. 

O desmazelo é tamanho que o governo petista se exime das responsabilidades pelo zelo com a coisa pública, numa demonstração clara de improbidade administrativa. Não cabe apenas às empresas que tocaram esses serviços a culpa pela falta de manutenção dessas obras, mas aos engenheiros da Prefeitura e também à própria gestora municipal, que deve ser responsabilizada por todas as falhas possíveis que surjam após a construção de toda e qualquer obra destinada à população. Cabe ao governo municipal, portanto, não apenas zelar pelo uso correto do dinheiro do cidadão, mas pela integridade física das pessoas que serão beneficiadas com as construções de logradouros públicos.

Em 2010, a Controladoria Geral da União (CGU), divulgou um relatório detalhando irregularidades em algumas obras de infraestrutura feitas no município, que levam a marca do PT e que estavam praticamente deterioradas, necessitando de reparos e mais dinheiro. Naquela ocasião, os auditores da CGU constataram, por exemplo, que o material usado na pavimentação de ruas em Santarém era de péssima qualidade. A maior parte delas não resistiu às fortes chuvas do ano passado e foram praticamente levadas pelas enxurradas. Muitas dessas vias asfaltadas pelas empresas contratadas pela Prefeitura estão em condição precária de trafegabilidade e assim permanecem, já que a prefeita e seu séquito não assumem o compromisso pelos reparos ou recuperação das vias danificadas.

Essa prática é comum entre gestores petistas, que se valem da leniência da Justiça e dos órgãos fiscalizadores para continuar gerindo recursos públicos aos montes sem nenhum tipo de responsabilidade e de forma fraudulenta, em alguns casos.

Obras que hoje deveriam garantir conforto e segurança às famílias carentes ainda nem foram concluídas ou foram abandonadas pela metade, como é o caso das moradias mal feitas no Uruará, por meio do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). O conjunto está com sua estrutura física seriamente comprometida pelas rachaduras e não é apropriado para a moradia. Ainda assim, a prefeita Maria do Carmo permitiu que um grupo de pessoas permanecesse lá, mesmo sabendo que as casas oferecem riscos a vidas desses moradores.

VEJAM AS VERDADEIRAS RAPOSAS QUE ESTÃO POR TRAS DE TODO ESTE INFERNO

Dá até vontade de falar palavrão aqui! Dividir só iria empobrecer todo mundo! PESSOAL DE TODO O PARÁ, SERÁ QUE DÁ PRA ENTENDER QUE DIVIDIR NÃO DÁ! Há um conjunto de leis que não deixam mais uma divisão sair barata! Quem mais votou no 77 não entendeu toda a jogada por trás. E ainda vem o deputado federal Giovanni Queiroz (PDT), o autor do projeto de lei que deu origem ao plebiscito, dizer: "O Pará já estava dividido em três regiões. Mas hoje politicamente está absolutamente rachado. O governador [Simão Jatene, PSDB], que era apenas para ser um magistrado, entrou de cabeça na campanha. Ele não tem mais como ser acompanhado por ninguém aqui no sul. Ele vá procurar na terra dele, porque aqui ele não terá mais". Pô, cara, independente do que o governador acha e, SE EU ENTENDI BEM O RESULTADO DE HOJE, o que a MAIORIA decidiu foi: O PARÁ NÃO SE DIVIDIU! A GALERA NÃO QUER DIVISÃO E CHEGA DE POLITICAGEM DE MEIA TIGELA! E esse deputado considera essa região como se fosse só dele!? ELE NEM É PARAENSE!!!

A GENTE NÃO TÁ LUTANDO CONTRA NÓS MESMOS, MAS SIM CONTRA ESSES POLÍTICOS INTERESSEIROS QUE ESTÃO LOUCOS PARA METER A MÃO NAS COISAS DO POVO: SE REELEGEREM POR LÁ, E, JÁ QUE A FISCALIZAÇÃO É FRACA, MANDAR E DESMANDAR, METER A MÃO NOS REPASSES E, ALÉM DO QUE, TODOS ELES SÃO LATIFUNDIÁRIOS. É ISTO QUE OS POLÍTICOS FAZEM EM TODO O PAÍS!
MAS QUEM NASCE NESTE PEDAÇO DE CHÃO CHAMADO PARÁ É PARAENSE E ACABOU!

E eles (políticos), já estão tramando um plebiscito para o ano que vem! QUE MERDA! CHEGA!
SE O DESENVOLVIMENTO NÃO CHEGA BEM NESSAS REGIÕES, É PORQUE AINDA VAI CHEGAR! ATÉ EM ABAETETUBA SENTÍAMOS FALTA DE POLÍTICAS BOAS, MAS HOJE JÁ SE VÊ QUE MUDOU BASTANTE.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

serviço de mototaxi desta vez foi legalizado mesmo em belem

O serviço de mototáxi, que era considerado transporte clandestino, já foi legalizado pelo prefeito de Belém, Duciomar Costa, isso é o que garante a Companhia de Transportes de Belém (CTBel), que promete lançar, ainda este mês, um edital de convocação para cadastramento individual de mototaxistas. Inicialmente serão emitidas entre 1.500 a 2 mil ordens de serviço para atuação na capital, dependendo do número de cadastros. Porém, sindicatos e associações da categoria apontam que há cerca de seis mil pessoas atuando no segmento pela cidade.
O regulamento estabelece que o valor das corridas será medido com o uso de um aparelho específico para mototáxi, chamado de 'motocímetro'. O aparelho funciona por bandeiradas, assim como um táxi normal. Pela internet, o aparelho custa em média R$ 400, apesar de ser difícil de encontrar. O valor da tarifa inicial e cálculo final deverá ser levado ao Conselho Municipal de Transportes para aprovação, mas somente após o cadastro, o que deve levar de 30 a 60 dias. O conselho também vai analisar o valor de uma tarifa fixa para ser cobrada enquanto a categoria não adquirir os aparelhos. O prazo previsto para regularização é de mais 60 dias.
A diretora superintendente interina da CTBel, Ellen Margareth Souza, explicou que o cadastro exigirá uma extensa lista de documentos, incluindo certidão negativa de antecedentes criminais, seguro mínimo de R$ 20 mil e Carteira Nacional de Habilitação (CNH) categoria A com pelo menos dois anos de experiência. Só nesses quesitos muitos devem ser reprovados.